Pesquisas

No campo acadêmico, Márcio de Jagun construiu uma trajetória dedicada ao estudo das filosofias africanas, das religiosidades afro-brasileiras e das epistemologias de matriz africana.

Graduado em Direito, é Mestre em Educação, Doutor em Filosofia, Pós-Doutor em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Pós-Doutor em Filosofia Africana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Atua como professor de cultura e idioma iorubá no Programa de Línguas Estrangeiras Modernas da Universidade Federal Fluminense (PROLEM/UFF) e como professor de Filosofia Iorubá junto ao Programa de Estudos e Pesquisas das Religiões da UERJ.

Ao longo de sua produção intelectual, desenvolveu teorias autorais e pioneiras que se tornaram referências nos estudos das religiosidades afro-brasileiras e da liberdade religiosa, entre elas:

  • Teoria da excorporação;
  • Teoria da intolerância religiosa estrutural;
  • Teoria do proselitismo negativo;
  • Teoria da ontologia trinária da pessoa humana;
  • Teoria da decolonialidade nas religiões afro-brasileiras;
  • Teoria dos estilos literários nas culturas ágrafas iorubás.

Seu trabalho acadêmico também o posiciona entre os pioneiros na sistematização da Teologia Afro-brasileira, contribuindo para o fortalecimento de uma produção intelectual comprometida com a valorização dos saberes ancestrais africanos e afro-diaspóricos.